A palavra clandestina entrou em minha vida pela boca de Clarice Lispector , ao ler "felicidade clandestina" entendi melhor como me sentia em relação a vida, principalmente a minha, as emoçoes os lugares sempre procurei me enturmar mas muitas vezes sentia-me meio que clandestina nestes espaços e meus sentimentos,que medão mais prazer são aqueles que sinto clandestinamente que não ouso sentir de forma licita.
sexta-feira, 26 de agosto de 2011
lembranças
Estava eu alegre, risonha e modernamente enturmada , conversando descomprometidamento com amigos, relembrando peripécias protagonizadas há tempos .Mas eis que junto com as lembranças vieram as saudades de um tempo muito bom(não se preocupem não vivo no e do passado), um tempo em que a distancia era minizada somente escrevendo longas cartas regadas a risos e choros onde se escrevia as dores dos amores e a felicidades das pequenas vitorias, um tempo em que tínhamos tempo para chá com pão de minuto , um tempo que rir e chorar não era visto necessariamente como depressão e o mais importante saudades de um tempo que eu podia abraçar muito a Giane, o Mauro , o Pipo, o Arnaldo ,etcetcetc e tantos outros ,calma não quero reviver o passado, de jeito nenhum , mas to com saudade de abraçar os amigos sem significar que to carente . Vivemos um tempo de tantos rótulos, que ate a sensação deliciosa da saudade corre o risco . To deliciosamente com saudades regada a risos , choros mas principalmente a abraços.
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